Biblioteca · Paper · 2023 · UIST (arXiv:2304.03442)

Generative Agents: Interactive Simulacra of Human Behavior

Joon Sung Park, Joseph C. O'Brien, Carrie J. Cai, Meredith Ringel Morris, Percy Liang, Michael S. Bernstein

Prova que, com memória, reflexão e planejamento, agentes de IA passam a exibir comportamento crível e coerente ao longo do tempo, não só respostas isoladas. É o nascimento dos agentes com história.

A leitura do Thiago

Este é o famoso experimento da pequena vila onde vinte e cinco agentes de IA viveram uma rotina inteira, marcaram uma festa, espalharam o convite boca a boca e até começaram a namorar, sem que ninguém programasse esses eventos. Não leia como curiosidade de videogame, leia como uma demonstração de engenharia. O que faz o comportamento parecer humano não é o modelo de linguagem sozinho, são três peças trabalhando juntas.

Uma corrente de memória que registra tudo que aconteceu. Uma reflexão que destila essas lembranças em conclusões de mais alto nível, quem é amigo de quem, o que importa. E um planejamento que transforma essas conclusões em ações coerentes ao longo do dia.

Para o executivo brasileiro, a lição transcende o experimento. Coerência ao longo do tempo é exatamente o que falta nos chatbots que esquecem o cliente a cada mensagem. Este paper é o manual de como dar memória, contexto e continuidade a um agente, de modo que ele se lembre do histórico do cliente, conecte fatos e aja com bom senso.

É a diferença entre um atendente que te conhece e um formulário que recomeça do zero toda vez. Quem entende isso projeta experiências, não scripts.

arquitetura-cognitivaatuaisagentesmemoriacomportamento
Ler o paper original →
O que você achou desta página?
Recomendaria esta página para alguém do seu time?