Agentic Design Patterns Part 1: Four AI Agent Strategies That Improve GPT-4 and GPT-3.5 Performance
É a fonte canônica que nomeou e popularizou os quatro padrões de design agêntico (Reflection, Tool Use, Planning, Multi-Agent). Para quem arquiteta IA, mostra com número duro que o desenho do fluxo pesa mais que a troca de modelo.
A leitura do Thiago
Este é o texto onde Andrew Ng batizou os quatro padrões que hoje estruturam praticamente todo agente de IA em produção: reflexão, uso de ferramentas, planejamento e colaboração multi-agente. A tese central é contraintuitiva para quem compra IA por catálogo de modelo. Em vez de pedir a resposta final de uma vez, o fluxo agêntico chama o modelo várias vezes, deixando-o construir, criticar e revisar em etapas.
A prova está no benchmark de código HumanEval: o GPT-3.5 sozinho acerta 48,1%, o GPT-4 sozinho acerta 67,0%, mas o mesmo GPT-3.5 dentro de um loop agêntico chega a 95,1%. A lição de gestão é direta, o ganho de desenhar o processo certo supera o ganho de pagar pelo modelo mais caro, então investir em arquitetura de fluxo rende mais que corrida por modelo de fronteira.
O abstract original (inglês)
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